Com o envelhecimento da população surgem gradativamente doenças neurológicas desencadeadas ao longo de toda a vida, não raro, algumas doenças são detectadas, geralmente pelos pais, na infância e normalmente são casos irreversíveis. Estas crianças em geral são estigmatizadas, fato que se comprova quando adentram à vida escolar. Ao contrário de muitas doenças neurológicas, a epilepsia é uma alteração nas funções elétricas do cérebro temporária e reversível que pode ocorrer em qualquer idade, mas o mais comum é que apareça antes dos vinte cinco anos e depois dos sessenta e cinco anos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde 50 milhões de pessoas já tiveram ao menos uma crise de epilepsia e, segundo esse órgão, torna-se necessário detectar estas doenças e saber tratá-las. Dessa forma, professores capazes de diagnosticar e trabalhar com estas crianças podem melhorar a qualidade de vida destes alunos e ajudar no combate ao estigma que são submetidos.
A contribuição do professor surge no momento em que ele procura buscar soluções para os problemas que enfrentam e trazer conhecimentos inovadores de saúde para desenvolver com os alunos. Apontar novos horizontes e desenvolver projetos transversais e interdisciplinares. Assim essa contribuição também ajudaria no tratamento.
No entanto, ainda há poucos estudos que auxiliam na identificação das doenças e os possíveis tratamentos, dessa maneira, em 2007 o Governo Federal criou o decreto 6.286, que instituiu, no âmbito dos Ministérios da Educação e da Saúde, o Programa Saúde na Escola (PSE), com finalidade de contribuir para a formação integral dos estudantes da rede pública de educação básica por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde. Acredito que essa iniciativa pode ser o início para uma nova realidade, a qual irá contribuir na formação de professores mais capacitados para compreender a condição humana e promover o desenvolvimento completo do ser humano.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde 50 milhões de pessoas já tiveram ao menos uma crise de epilepsia e, segundo esse órgão, torna-se necessário detectar estas doenças e saber tratá-las. Dessa forma, professores capazes de diagnosticar e trabalhar com estas crianças podem melhorar a qualidade de vida destes alunos e ajudar no combate ao estigma que são submetidos.
A contribuição do professor surge no momento em que ele procura buscar soluções para os problemas que enfrentam e trazer conhecimentos inovadores de saúde para desenvolver com os alunos. Apontar novos horizontes e desenvolver projetos transversais e interdisciplinares. Assim essa contribuição também ajudaria no tratamento.
No entanto, ainda há poucos estudos que auxiliam na identificação das doenças e os possíveis tratamentos, dessa maneira, em 2007 o Governo Federal criou o decreto 6.286, que instituiu, no âmbito dos Ministérios da Educação e da Saúde, o Programa Saúde na Escola (PSE), com finalidade de contribuir para a formação integral dos estudantes da rede pública de educação básica por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde. Acredito que essa iniciativa pode ser o início para uma nova realidade, a qual irá contribuir na formação de professores mais capacitados para compreender a condição humana e promover o desenvolvimento completo do ser humano.